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Recuperação da China perderá força, alerta economista

A recuperação da economia chinesa será sustentada até o fim desde ano, mas pode perder força em 2014, alertou Li Daokui, da Universidade Tsinghua e um ex-conselheiro do Banco do Povo da China (PBOC, em inglês). "O atual aquecimento econômico da China persistirá até o fim do ano. Mas eu acredito que o crescimento econômico chinês voltará a recuar para um intervalo de 7% a 7,5%."

AE, Agencia Estado

12 de setembro de 2013 | 11h09

No segundo trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) da China se desacelerou para uma alta de 7,5% na comparação anual, uma das taxas mais baixas desde os anos 1990. A expectativa é que entre os meses de julho e setembro o desempenho seja melhor. Hoje a equipe de análise do Bank of America Merrill Lynch aumentou suas projeções para a economia chinesa de 7,6% para 7,9% neste período.

Durante discurso no Fórum Econômico Mundial, Li Daokui afirmou que é importante controlar as intervenções do governo local na economia. Grandes investimentos pelos governos locais, com empréstimos excessivos, têm contribuído para um excesso de capacidade na indústria pesada.

Mas abrir a conta de capital do país será gradual, sendo necessário uma válvula de emergência para prevenir possíveis saídas de capital em larga escala, disse. O ex-conselheiro do banco central chinês também afirmou que um possível anúncio de redução no programa de estímulos dos EUA neste mês não trará um impacto direto na China.

O primeiro-ministro Li Kegiang disse mais cedo que em vez de fornecer estímulos para incentivar a economia no curto prazo, o governo apoiará o crescimento com reformas estruturais, de modo a acelerar o potencial de crescimento. Fonte: Dow Jones Newswires.

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