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Rede mexicana acirra concorrência no Brasil

Pela primeira vez, as redes brasileiras vão sentir de perto a concorrência estrangeira. O grupo mexicano Salinas, dono da rede varejista Elektra e do Banco Azteca, vai investir US$ 25 milhões no Brasil. Serão abertos 25 pontos-de-venda, entre lojas e agências bancárias, até o fim do ano que vem. Até dezembro, serão inaugurados 16 pontos, 8 lojas e 8 agências bancárias, distribuídas entre Recife (PE) e Fortaleza (CE). Em 2008, a rede estréia na região Norte.''''As regiões Norte e Nordeste são as que reúnem o maior número de pessoas de baixa renda que estão na informalidade'''', diz o vice-presidente do Conselho de Administração do Banco Azteca, Luis Niño de Rivera. Com mil lojas espalhadas entre México, Guatemala, El Salvador, Panamá, Peru e Argentina, o grupo fatura US$ 5 bi por ano e é uma espécie de ''''Casas Bahia'''' mexicana.O diferencial da Elektra é ter um banco que dá o apoio financeiro às transações. Rivera conta que dentro das lojas vão funcionar agências bancárias voltadas para a baixa renda. ''''Será possível abrir uma conta de poupança com R$ 10'''', diz. Além disso, a rede tem as ferramentas para aprovar financiamentos sem a comprovação de renda, o que se encaixa às necessidades do mercado brasileiro.

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