Redes de fast-food enfrentam greve nos Estados Unidos

Cerca de 2,4 milhões de americanos trabalham em redes de lanchonete de comida rápida

29 de agosto de 2013 | 16h26

DALLAS - As redes de comida rápida nos Estados Unidos enfrentaram uma greve nacional nesta quinta-feira, 29. Cerca de 2,4 milhões de americanos trabalham em restaurantes fast-food.

Centenas de trabalhadores saíram às ruas de grandes cidades como Nova York e Detroit para reivindicar aumento de salários e piso de US$ 15 por hora (o equivalente a R$ 35). Trabalhando oito horas por dia o salário mensal seria superior a R$ 7 mil.

A greve atingiu centros como Dallas, Houston, Austin e pelo menos outras 45 cidades americanas.

O protesto dos trabalhadores acontece no dia seguinte à comemoração do 50º aniversário da Marcha em Washington liderada pelo reverendo Martin Luther King Jr.

    

Muitos trabalhadores de restaurantes do tipo fast-food ganham salário mínimo de US$ 7,25 por hora.

    

Entre os grevistas estão funcionários das redes McDonald's, Burger King, Wendy e Jack in the Box.

Os protestos dos trabalhadores das redes de lanchonetes começaram em novembro na cidade de Nova York e se espalharam por várias cidades de outros estados.

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