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Redução do compulsório não é prioridade do governo, afirma Levy

O secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, disse hoje que a redução dos depósitos compulsórios não está na prioridade do governo como medida para estimular uma queda dos spreads bancários ? diferença entre a taxa de juros de captação de recursos junto aos investidores e os juros dos empréstimos. Levy respondeu a uma crítica feita pelo vice-diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Jorge Marquez Ruarte, que durante a Conferência Econômica Brasil 2003, promovida pela Câmara de Comércio Brasil Estados Unidos, disse que a taxa de juro real ? juro nominal descontada a inflação ? no Brasil é motivada, entre outros pontos, pelo spread bancário e é um obstáculo ao crescimento (veja mais informações no link abaixo). "O compulsório já vem baixando. Esse é um elemento entre muitos para baixar os spreads bancários. Contudo, não temos que fazer nesse primeiro momento porque há muita liquidez no mercado bancário", afirmou. "Isso não significa que em algum momento futuro essa não seja uma medida importante no caminho de reduzir os spreads bancários", disse o secretário.

Agencia Estado,

22 de setembro de 2003 | 13h40

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