Referência para empresas e investidores, Novo Mercado atinge marca de 200 companhias
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Referência para empresas e investidores, Novo Mercado atinge marca de 200 companhias

Nível mais alto de governança corporativa da B3 ajuda empresas a captarem recursos para investimentos com investidores nacionais e internacionais

B3, Estadão Blue Studio
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07 de fevereiro de 2022 | 15h00

O Novo Mercado, nível mais elevado de governança corporativa da B3, a bolsa do Brasil, tem sido procurado pela maioria das empresas que abrem seu capital. Dados da B3 mostram que mais de 200 empresas estão listadas no Novo Mercado e, para se ter uma ideia, entre 2010 e julho de 2021, 90% das empresas que se listaram na bolsa escolheram esse segmento de listagem. “O Novo Mercado nasce para trazer o mais alto padrão de governança corporativa para o País”, diz Flavia Mouta, diretora de Emissores da B3. “Vários fatores levam à busca por esse segmento de listagem, como a maior familiaridade e a segurança percebida pelos investidores internacionais no Novo Mercado”, comenta Flavia.

Além de trazer o patamar mais alto de governança corporativa, Flavia destaca que se trata de um organismo vivo. “Sem os processos de atualizações, talvez hoje não tivesse a relevância que ele tem. O nascimento do Novo Mercado foi um grande marco, mas as atualizações também foram muito importantes”, avalia.

As regras foram lançadas em dezembro de 2000, mas cinco anos depois a B3 fez o primeiro movimento de incrementar a governança corporativa dentro do Novo Mercado. Para as mudanças ocorrerem, no entanto, a B3 precisa seguir alguns protocolos, como a realização de audiências e a submissão das alterações para as companhias. “Não alteramos o regulamento do segmento ao nosso bel-prazer. Tudo é discutido com profundidade, e as empresas, além de contribuírem nesses processos de atualização, têm tempo para se adaptarem às novas regras”, afirma Flavia.

Uma das mais novas companhias a entrar neste segmento é a Viveo, um ecossistema de produtos e serviços que conecta soluções de saúde, e que atua em áreas que vão desde a fabricação e distribuição de materiais e medicamentos até a gestão de clientes em todo o Brasil.

Leonardo Byrro, CEO da companhia, explica que a oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) ocorreu no dia 9 de agosto. “Já vínhamos preparando a companhia há alguns anos, operando com toda a governança interna. Sempre achamos que ter o mais alto nível de governança era também uma forma de nos diferenciarmos”, diz Byrro. “Capitalizamos a companhia em um momento importante, e o selo de estar no Novo Mercado tem aberto portas”, complementa o executivo.

Ele conta que foram captados R$ 2 bilhões, que foram usados em investimentos em infraestrutura e aquisições. Depois da IPO, a companhia já realizou sete novas aquisições. “Nosso balanço é muito positivo, porque conseguimos alocar recursos para crescimento acelerado. Nos últimos três anos tivemos crescimento na casa de 30% e queremos manter”, comenta Byrro. “Conseguimos atrair investidores brasileiros e estrangeiros de longo prazo”, avalia.

Para ele, a entrada no Novo Mercado traz uma grande mudança e coloca a empresa em um outro patamar. “A relação com investidores é mais constante, para ter transparência total na comunicação.”

Outro ponto que o executivo destaca é o investimento em governança ambiental, social e corporativa (ESG, na sigla em inglês). “A chegada no Novo Mercado vai além da governança e do investimento; é de fato sustentabilidade de longo prazo, preocupação com todo impacto que a empresa causa no mercado”, destaca o representante da Viveo. O compromisso assumido pela empresa é de investir R$ 65 milhões ao longo dos próximos anos na agenda que passa por emissão de gases e atingir 100% de energia de fontes renováveis. Para isso, a companhia começou a substituir a frota de veículos por frota verde e as embalagens dos seus produtos.

Na outra ponta, a primeira companhia a entrar no Novo Mercado foi a CCR. Fundado em 1999, com atuação nos segmentos de concessão de rodovias, mobilidade urbana, aeroportos e serviços, o Grupo CCR iniciou o Novo Mercado da B3. O IPO foi realizado no dia 1º de fevereiro de 2002.

“A CCR tem como algumas de suas principais características o pioneirismo e as boas práticas de governança corporativa. A sua concessionária CCR Ponte foi a responsável pela primeira concessão de rodovia do País, a da Ponte Rio-Niterói, em 1995. Sete anos depois, em 2002, a CCR foi a primeira empresa a ingressar no Novo Mercado da B3, estreando o segmento mais exigente da bolsa de valores. A empresa é ainda responsável pela primeira parceria público-privada (PPP) do Brasil, para a operação e manutenção da Linha 4 do Metrô de São Paulo, sob gestão da concessionária ViaQuatro”, destacou a empresa em comunicado divulgado à época da comemoração de uma década na B3.

Hoje, a companhia é responsável por 3.955 quilômetros de rodovias da malha concedida nacional, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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