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Reformas estruturais na zona do euro são necessárias, diz BC

Jean-Claude Trichet ressalta criação de empregos na região, mas quer ganhos maiores na produtividade

Carolina Ruhman, da Agência Estado,

15 de fevereiro de 2008 | 13h56

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, declarou que os países da zona do euro precisam realizar mais reformas estruturais em suas economias para incentivar o emprego e a produtividade. Durante evento organizado pela ABC e pela Deloitte em Madri, o presidente do BCE afirmou que os países da zona do euro criaram 15 milhões de novos empregos desde a introdução da moeda comum, 2 milhões a mais do que os EUA geraram no mesmo período. "O principal sucesso do euro foi a criação de empregos", disse Trichet, acrescentando que este resultado deveu-se principalmente às reformas que introduziram mais flexibilidade aos mercados de trabalho. Entretanto, o crescimento da produtividade na zona do euro ficou atrás do registrado nos EUA. "Nós ainda estamos longe de exaurir" os ganhos na produtividade e criação de emprego, os quais podem ser obtidos através de reformas estruturais, afirmou Trichet.  Com relação à inflação, Trichet disse que os empregados e trabalhadores devem ser cuidadosos para não fechar acordos de grandes reajustes salariais, diante do aumento dos preços de alimentos e energia.  Trichet vem repetindo diversas vezes que deseja evitar os efeitos secundários sobre os preços, os quais correspondem ao contágio dos preços mais elevados de alimentos e petróleo sobre o estabelecimento dos salários e dos preços em geral. Segundo ele, estes efeitos poderiam tornar o atual choque inflacionário da zona do euro mais permanente.

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