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Reformas financeiras de Obama avançam no Congresso

O governo de Barack Obama avançou na terça-feira em sua tentativa de reformar o sistema financeiro dos Estados Unidos, ao apresentar um projeto para enfrentar o risco sistêmico na economia e obter a aprovação de um comitê do Congresso para uma medida que expõe os fundos de hedge a uma maior supervisão do governo.

REUTERS

28 de outubro de 2009 | 08h07

A proposta de lei do risco sistêmico daria vastos poderes a um novo conselho regulatório, ao Federal Reserve e ao Federal Deposit Insurance Corp para monitorar e administrar riscos para a estabilidade econômica.

As empresas avaliadas com pouco capital pelo conselho poderiam ser reestruturadas ou mesmo fechadas. Executivos poderiam ser demitidos, a exposição ao crédito seria limitada, os pagamentos de bônus seriam restringidos e aquisições e fusões seriam bloqueadas.

A iniciativa também tentaria levar os custos de futuros esforços de estabilização financeira para a indústria e não para os contribuintes, ao forçar as empresas financeiras com mais de 10 bilhões de dólares em ativos a pagar por qualquer perda ocasionadas por ações do Federal Deposit Insurance Corp para resolver problemas de empresas fracas.

Se aprovada pelo Congresso, a proposta de lei seria o ponto central dos esforços dos democratas de melhorar a supervisão dos bancos e dos mercados de capital.

Outra parte das reformas planejadas por Obama -- exigir que fundos de hedge e empresas de private equity se registrem com o governo -- ganhou aprovação de um comitê do Congresso na terça-feira.

O comitê já aprovou leis para formar uma nova agência para proteger consumidores de hipotecas e dos cartões de crédito.

(Por Kevin Drawbaugh, Rachelle Younglai, Lisa Lambert, Ross Colvin, Charles Abbott, Al Yoon e Walden Siew)

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