Regras foram alteradas

A regulamentação portuária brasileira é cheia de idas e vindas. Primeiro, o governo autorizou a construção de uma série de terminais privativos no País, o que provocou um boom de investimentos em meados da década passada. Em seguida, mudou a legislação e restringiu a construção dos terminais para valorizar o conceito do porto público, onde várias empresas operam sob o guarda-chuva de um administrador - no caso brasileiro, uma estatal. Mas, para que os investimentos continuassem, o governo teria de promover novas licitações nos portos. Isso não ocorreu. Resultado: os investimentos foram paralisados e os gargalos portuários aumentados. Hoje, o portos são vistos pelos empresários como o símbolo da ineficiência, que eleva os custos e reduz a competitividade do produto brasileiro no exterior.

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