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Reguladores dos EUA autorizam conserto de baterias do Dreamliner da Boeing

A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, em inglês) deu a aprovação formal na quinta-feira para um novo sistema de bateria de íon-lítio para o avião 787 Dreamliner da Boeing, pondo fim a uma suspensão de três meses e liberando as companhias aéreas a realizarem voos com passageiros de novo.

ALWYN SCOTT, Reuters

25 de abril de 2013 | 12h28

"A diretiva de aeronavegabilidade" da FAA tecnicamente se aplica apenas a United Airlines, que até agora é a única companhia norte-americana com o novo jato de alta tecnologia. Mas a diretiva vai também definir o padrão que os reguladores no Japão, Europa e outros seguirão. Outras companhias aéreas norte-americanas que encomendaram o Dreamliner estarão sujeitas à nova regra eventualmente.

A FAA estabeleceu o custo do conserto dos seis jatos da United em cerca de 2,8 milhões de dólares.

A aprovação acaba com um período tumultuado para a Boeing e para as companhias que são suas clientes, que começou quando duas baterias de íon-lítio superaqueceram em dois Dreamliners, em incidentes separados com menos de duas semanas de intervalo, em janeiro.

Os dois aviões pertencem à Japan Airlines e à All Nippon Airways, que juntas detêm quase metade da frota de 50 Dreamliners entregues até agora. A proibição de voos efetivamente interrompeu as entregas de novos aviões para os clientes.

A Boeing dedicou milhares de horas para desenvolver uma solução, antes mesmo de os investigadores determinarem o que causou o superaquecimento das baterias, emissão de fumaça e, em um exemplo, fogo. Esta investigação continua, comandada pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA, que realizou audiências sobre o assunto esta semana.

Na semana passada, a FAA deu permissão a Boeing para começar a instalar o novo sistema de baterias em aviões. Na quarta-feira, a empresa disse que espera retomar as entregas no início do próximo mês e terminar a adaptação dos 50 aviões dos clientes em meados de maio.

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