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Reino Unido usará US$ 851 bi para garantir ativos de bancos

Instituições vão ter que conceder créditos a pequenas e médias empresas e aos que queiram adquirir imóvel

Efe,

26 de fevereiro de 2009 | 05h59

O governo britânico garantirá ativos tóxicos dos bancos do país usando um total de 600 bilhões de libras (US$ 851,34 bilhões), para que as entidades financeiras possam superar a atual crise financeira e seguir cedendo crédito. Veja também: As medidas do empregoDe olho nos sintomas da crise econômica Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise  Isso é o que se dispõe a anunciar nesta sexta-feira o ministro das Finanças, Alistair Darling, conforme informa o diário The Times, que afirma ainda que esse número supera todas as previsões e é difícil que possa um dia ser recuperado. O Ministério das Finanças e os diretores do Royal Bank of Scotland e do Lloyds negociaram nos últimos dias as condições das garantias que o governo oferecerá. Segundo o jornal, entre esta quinta-feira e sexta-feira, o governo anunciará que garantirá mais de 300 bilhões de libras (US$ 425,5 bilhões) de ativos tóxicos do Royal Bank of Scotland e entre 250 e 300 bilhões de libras (US$ 554 e US$ 425 bilhões) no caso do Lloyds. Em troca dessas garantias, os dois bancos, nos quais o Estado já tem participação, se comprometerão a conceder créditos a pequenas e médias empresas e aos que queiram adquirir um imóvel, cedendo até 40 bilhões de libras (US$ 56 bilhões). Esse plano do governo equivale a uma gigantesca recapitalização pública de dois dos maiores bancos do país, assinala, por sua vez, o jornal Financial Times.

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