Relatório de projeções do BoJ teve objeções

O presidente do Banco do Japão (BoJ), Haruhiko Kuroda, afirmou que três dos nove membros do conselho do banco central se recusaram a endossar as últimas projeções de crescimento e inflação, em um sinal de divisão entre os formadores de política japoneses.

AE, Agencia Estado

31 de outubro de 2013 | 07h05

Sayuri Shirai propôs que o banco central colocasse mais ênfase nos riscos negativos para a economia do país, segundo Kuroda. Além disso, Takahide Kiuchi e Takehiro Sato não quiseram apoiar parte da linguagem contida no relatório que dizia que existe uma "alta possibilidade de a economia japonesa chegar a um aumento de preços em torno de 2,0% na metade final do período projetado".

No relatório divulgado hoje, depois da decisão de manter a política monetária inalterada, o BoJ afirmou que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) vai subir 1,9% a partir de abril de 2015, em linha com as previsões anteriores da instituição. Kuroda acredita que o núcleo da inflação deve chegar a 1,0% até abril do próximo ano.

O banco central também elevou a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014. Fonte: Dow Jones Newswires.

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