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Relatório do governo dos EUA derruba grãos em Chicago

Cenário:

ANGELO IKEDA, O Estado de S.Paulo

29 de junho de 2013 | 02h21

As cotações futuras do milho registraram forte queda ontem na Bolsa de Chicago, após relatório do governo americano prever que a área plantada com o grão no país pode ser a maior desde 1936. O contrato mais negociado do milho caiu 5,1% e fechou a US$ 5,11 por bushel. Segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), os produtores plantaram 39,42 milhões de hectares com milho este ano, 2% a mais do que o mercado esperava, e a expectativa de uma safra maior derrubou os preços da commodity.

A previsão do governo para a área plantada com soja nos EUA foi de 31,44 milhões de hectares. O número ficou abaixo das estimativas do mercado, mas, se confirmado, representará recorde. Essa percepção também resultou em queda dos preços da oleaginosa, embora em menor intensidade do que no caso do milho. O contrato novembro da soja cedeu 1,82%. No entanto, os contratos do milho e da soja com vencimento em julho fecharam em alta, devido a preocupações com a escassez desses grãos no curto prazo nos EUA. Segundo o USDA, os estoques de milho em 1º de junho estavam no nível mais baixo em 16 anos. Já a disponibilidade da soja estava no menor patamar desde 2004.

Ainda na Bolsa de Chicago, os contratos do trigo caíram mais de 2%, acompanhando o milho - os dois grãos costumam se mover na mesma direção porque ambos são usados em ração animal. O trigo também foi influenciado, em menor grau, pela estimativa de uma área plantada maior.

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