Relógio inteligente ainda é considerado 'aposta no escuro'

A Motorola começará a oferecer no Brasil, no início de novembro, o Moto 360, sua versão para o relógio inteligente, por R$ 899. Outras fabricantes, como Samsung e LG, também apostam no produto. A Apple começará a vender seu relógio em 2015.

O Estado de S.Paulo

20 de outubro de 2014 | 02h03

Segundo Oliver Römerscheidt, diretor da área de varejo e tecnologia da GfK Brasil, um levantamento feito pela consultoria em países desenvolvidos - onde o potencial para a venda de smartphones é menor do que no Brasil -, mostrou que o interesse pelo relógio inteligente é limitado. Menos de um terço dos entrevistados têm intenção de adquirir o produto no futuro próximo.

Além disso, as funções que os potenciais clientes veem no produto já são atendidas hoje por aparelhos até bem antigos. Ao comprar um 'smartwatch', os usuários querem principalmente monitorar exercícios físicos e ver as horas.

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