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Renault deve investir R$ 1,5 bilhão em expansão no Paraná

Empresa também pretende instalar uma central de engenharia para desenvolver novos modelos e um pátio de internação de produtos. 

Evandro Fadel, da Agência EStado,

28 de setembro de 2011 | 19h49

O presidente mundial da Renault, Carlos Ghosn, assina na próxima quarta-feira, em Curitiba, um protocolo de intenções com o governo do Paraná, prevendo investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão para ampliar o Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, além de instalar uma central de engenharia para desenvolver novos modelos e um pátio de internação de produtos.

"Posso garantir que os investimentos são mais ou menos esses", disse hoje o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Segundo ele, o acordo foi fechado no fim de agosto, quando esteve em Paris.

A Renault preferiu não confirmar as bases do protocolo, destacando apenas que Ghosn estará no Paraná, onde também visita uma obra social que tem o apoio da empresa e fala com os trabalhadores da única fábrica que possui no Brasil. "Tivemos certo sigilo esse tempo todo por causa dos procedimentos de rotina na Renault", disse Richa. Segundo ele, a previsão é de geração de cerca de dois mil empregos. "É uma grande conquista para todo o Paraná, visto que há geração de muitos empregos, de riquezas para o nosso Estado", afirmou.

A expectativa é que a produção de carros da Renault, que chegou a 160 mil unidades no ano passado, possa chegar a até 400 mil com os novos investimentos. A pretensão da empresa é de elevar, até 2016, sua participação no mercado nacional de automóveis de 5% para 8%. Na unidade, onde também são fabricados carros da Nissan, trabalham 5,7 mil pessoas.

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