Divulgação / Lojas Renner
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Renner impulsiona a moda mais sustentável

Rede varejista adota práticas como redução do consumo de água, uso de algodão certificado e reaproveitamento de tecidos

Renner, Estadão Blue Studio
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05 de setembro de 2021 | 08h00

“A sustentabilidade está presente em todos os nossos processos, como um valor integrado à estratégia do negócio”, contou o gerente-geral de Sustentabilidade da Lojas Renner, Eduardo Ferlauto, durante a conferência Brasil Verde, promovida pelo Estadão entre os dias 25 e 27 de agosto.

Ele relatou os avanços nas metas assumidas pela empresa para este ano. Uma delas é ter 80% dos produtos com pelo menos uma característica de redução de impactos ambientais, seja nos processos, seja nas matérias-primas. No final de 2020, este índice já era de 56%. Parte do esforço envolve chegar a 100% de utilização de algodão certificado, índice que fechou o ano passado em 79%.

Evolução e transparência

A empresa também definiu para o final do ano as metas de 75% de consumo de energia proveniente de fontes renováveis de baixo impacto (alcançou 65% ao final de 2020) e de ter uma cadeia 100% formada por fornecedores com certificação socioambiental (a marca chegou em 96% no ano passado). Outro objetivo é reduzir em 20% as emissões de gases de efeito estufa com relação aos níveis de 2017. O objetivo foi superado em 2020, com a redução chegando a 35%, mas a mensuração é constante e, portanto, o desafio segue vigente em 2021.

“Quando se fala em sustentabilidade, hoje, transparência é fundamental para ter credibilidade. Não basta apenas anunciar metas, e sim demonstrar em detalhes como as metas estão evoluindo ao longo do caminho”, diz Ferlauto. “No nosso caso, isso envolve um plano bem estruturado, com comprometimento do board e diálogo com todos os stakeholders.”

Tradição sólida

Para integrar ao seu planejamento os princípios de moda responsável, a empresa desenvolveu uma estratégia baseada em quatro pilares: desenvolvimento de fornecedores responsáveis; gestão ecoeficiente de todos os processos; engajamento de colaboradores, comunidades e clientes; e entrega de produtos e serviços menos impactantes. “As estratégias baseadas nessas diretrizes foram desdobradas com o engajamento de toda a empresa. A partir daí criamos compromissos públicos, transversais, que envolvem todas as áreas da empresa”, descreve o gerente-geral de Sustentabilidade.

Tudo isso representa a continuidade de uma sólida tradição nas práticas hoje englobadas sob o conceito de ESG, sigla em inglês para ambiental, social e governança. No braço social, o Instituto Lojas Renner, em operação desde 2008, já viabilizou mais de 900 projetos, aos quais foram destinados R$ 75 milhões, com mais de 215 mil pessoas diretamente beneficiadas.

A estratégia de negócio da Lojas Renner é suportada por um padrão de excelência em governança. Em 2020, a varejista comemorou 15 anos de atuação com o modelo corporativo pulverizado e também de listagem no Novo Mercado, o mais alto nível de governança da B3. A companhia foi a primeira no País a operar sob esse modelo pulverizado, no qual a totalidade das ações é negociada em Bolsa, sem existir nenhum acionista controlador.

Ainda no que diz respeito à governança, a empresa já alcançou um índice de 98,1% de adesão ao Código Brasileiro de Governança Corporativa, com um Conselho de Administração 88% formado por membros independentes e parte da remuneração variável dos executivos atrelada às metas de sustentabilidade.

Moda que conscientiza

O Selo Re foi criado em 2018 para destacar peças que contemplam algum atributo de sustentabilidade, funcionando como referência para os consumidores nas lojas físicas ou nos canais digitais. Um bom exemplo da disseminação dessas práticas na Renner é que, hoje, 95% do jeans produzido inclui algum atributo de sustentabilidade, a exemplo de redução do consumo de água no processo de fabricação – objeto de uma metodologia inovadora desenvolvida internamente – ou upcycling, que é a reutilização de materiais.

As iniciativas de upcycling da Renner são baseadas em duas fontes: sobras de tecidos nos fornecedores, que antes eram vistas como resíduos inaproveitáveis, e roupas usadas entregues nas lojas pelos consumidores, dentro do programa EcoEstilo, que também recolhe frascos e embalagens de perfumes depois do uso. “Desenvolvemos um tênis a partir da técnica de upcycling: o tecido de peças em jeans que seriam descartadas foi reaproveitado na produção dos calçados”, contou Ferlauto.

Há também coleções que promovem o engajamento dos consumidores na questão ambiental por meio da conscientização, como é o caso da Re Minas, que faz parte do Selo Re. Todos os itens da coleção foram confeccionados com algodão agroecológico plantado e colhido por produtoras rurais em municípios do norte de Minas Gerais. 

A coleção é fruto do projeto Tecendo Autonomia, do Instituto Lojas Renner, braço social da varejista. Desde 2017, em parceria com o Centro de Agricultura Alternativa e associações de mulheres agricultoras de Minas Gerais, o Instituto proporciona qualificação a produtoras rurais para que possam plantar unindo seus saberes ancestrais no trato com a terra a técnicas de manejo mais sustentável.

 

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