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Republicanos dos EUA correm para resgatar plano de dívida

Os líderes republicanos dos Estados Unidos tentarão resgatar seu plano de redução de déficit nesta sexta-feira, depois que uma revolta dos conservadores gerou incerteza sobre os esforços para evitar a moratória da dívida do país.

ANDY SULLIVAN E RICHARD COWAN, REUTERS

29 de julho de 2011 | 07h38

O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, não conseguiu apoio suficiente para o seu plano na quinta-feira e expôs uma cisão dentro do Partido Republicano. As divergências prejudicam as chances de um acordo para elevar o teto de endividamento dos EUA antes do prazo final, na terça-feira.

O presidente Barack Obama diz que, a menos que democratas e republicanos cheguem a um acordo, o governo não poderá pagar suas contas a partir de 2 de agosto. Essa perspectiva, antes impensável, está irritando cada vez mais os investidores.

Com apenas quatro dias restantes, o Tesouro norte-americano pode revelar ainda nesta sexta-feira um plano de emergência, explicando como o governo funcionaria e pagaria suas obrigações se o Congresso não concordasse em elevar o limite de dívida, atualmente em 14,3 trilhões de dólares.

Os republicanos da Câmara irão se encontrar às 11h (horário de Brasília) para discutir o próximo passo, já que Boehner não conseguiu superar a oposição dentro do partido, obrigando-o a abandonar a votação da proposta de lei planejada para a noite passada.

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