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Republicanos votam medida que tira recursos da saúde

Os republicanos da Câmara dos EUA pretendem aprovar hoje uma medida controversa que manterá o governo financiado até meados de dezembro e, ao mesmo tempo, reduzirá os recursos destinados à nova lei para a saúde, o que deixará o Congresso mais perto de uma decisão final sobre a política fiscal. Enquanto isso, o presidente Barack Obama participará de um evento no qual deverá criticar a proposta dos republicanos.

AE, Agencia Estado

20 de setembro de 2013 | 09h42

A votação de hoje deve ser realizada depois de uma reunião a portas fechadas, marcada para as 10h (de Brasília), na qual os republicanos planejam analisar não só a questão dos gastos como também a da elevação do limite de endividamento do governo federal. Os líderes republicanos da Câmara, cedendo à pressão dos conservadores, deverão ligar um aumento de um ano no teto da dívida a medidas adicionais, como o adiamento da nova lei da saúde e o desenvolvimento do oleoduto Keyline.

Enquanto isso, Obama viajará para o Missouri, onde fará um pronunciamento em uma fábrica da Ford para destacar o crescimento do setor manufatureiro durante seu governo. Espera-se que Obama use o discurso para destacar sua oposição ao projeto dos republicanos e sua determinação de não negociar com eles sobre o teto da dívida do país.

Obama apoia uma medida de curto prazo para financiar o governo, mas a Casa Branca alertou que o presidente vetará a proposta dos deputados republicanos que elimina o financiamento para a Lei de Saúde Acessível. O impasse entre o financiamento federal e o chamado Obamacare alimenta as expectativas de que haverá uma paralisação do governo norte-americano.

As incertezas sobre o Orçamento dos EUA vão prosseguir na próxima semana e a tensão vai crescer cada vez mais até 30 de setembro, quando termina o atual ano fiscal. Originalmente a Câmara estaria em recesso na próxima semana, mas como a questão fiscal ainda não está resolvida, o líder da maioria, o republicano Eric Cantor, mudou o cronograma e convocou os deputados a comparecerem em Washington a partir de quarta-feira. Fonte: Dow Jones Newswires.

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