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Resultado do PIB foi ‘sinal desalentador’, diz CNI

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, classificou como "um sinal desalentador" o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano. Segundo ele, as medidas do governo não têm surtido o efeito desejado. Em visita ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Andrade ressaltou que há uma preocupação do setor industrial envolvendo as importações.

RICARDO BRITO, Agencia Estado

29 de maio de 2013 | 13h40

Segundo Andrade, apesar de o País estar crescendo e população estar consumindo, esse consumo está canalizado para a compra de produtos importados. "O saldo da balança comercial continua sendo negativo e acabamos importando muitos produtos industrializados", disse. Questionado sobre o resultado da política de desonerações, o presidente da CNI disse que essa política não é falha. Ele citou o exemplo do setor automobilístico, que conseguiu se manter aquecido com a isenção do IPI.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta quarta-feira que o Brasil teve crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano ante o último trimestre de 2012. O PIB industrial teve queda de 0,3% na mesma comparação.

Andrade foi nesta quarta ao Senado para entregar o "Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022". Ficou marcado um evento no dia 18 de junho, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), para o lançamento desse estudo no Senado.

O presidente da CNI disse que o governo está em busca de soluções para reeditar a Medida Provisória 601, sobre desoneração da folha de pagamento e que caduca na próxima segunda-feira (3). O Senado ameaça não votar essa MP a tempo.

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