Resultados corporativos ajudam e NY fecha em alta

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 16, nas máximas da sessão, recuperando-se das fortes perdas registradas na véspera. Os índices foram impulsionados pela recuperação no preço do ouro, dados econômicos positivos e bons resultados corporativos.

Agencia Estado

16 de abril de 2013 | 17h25

O Dow Jones ganhou 157,58 pontos (1,08%) e fechou a 14.756,78 pontos. O índice teve a maior alta em termos de pontuação em um dia desde 27 de fevereiro. O S&P 500 avançou 22,21 pontos (1,43%) e fechou a 1.574,57 pontos. E o Nasdaq fechou em alta de 48,14 pontos (1,50%), a 3.264,63 pontos.

Na segunda-feira a pressão de baixa veio do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) da China no primeiro trimestre e de números de atividade e de confiança dos EUA, todos aquém das expectativas. O dado provocou a maior queda no preço do ouro desde 1983, fazendo que o metal precioso fechasse no menor nível em dois anos. O ouro se recuperou nesta terça-feira, subindo quase 2%, o que impulsionou as bolsas de Nova York.

Além disso, dados da economia norte-americana surpreenderam positivamente. A produção industrial, por exemplo, cresceu 0,4% em março ante o mês anterior, mais do que o aumento de 0,2% esperado por analistas. No setor imobiliário, as construções de moradias iniciadas no país saltaram 7% na mesma comparação, atingindo o maior nível desde junho de 2008 e superando uma previsão de alta bem mais modesta, de 1,7%. alta de 0,2% no núcleo.

Além do cenário macroeconômico mais encorajador, agradaram os resultados trimestrais da Coca-Cola e da Johnson & Johnson, ambos integrantes do índice Dow Jones. As ações da Coca-Cola fecharam em alta de 5,66% e as da Johnson & Johnson subiram 2,12%. O desempenho do Goldman Sachs no primeiro trimestre também veio acima do esperado, mas as ações do banco fecharam com queda de 1,73%.

Na Europa, por outro lado, as bolsas fecharam em queda pela terceira sessão consecutiva. As projeções de crescimento divulgadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a queda maior que a esperada do índice de expectativas econômicas da Alemanha pressionaram os índices. As informações são da Dow Jones.

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