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Retomada é lenta, mas EUA já esperam crescer perto de 3%

Recessão acaba para os que estão no topo da escala de renda, mas continua para 10,5 milhões de desempregados

Cláudia Trevisan, correspondente de O Estado de S. Paulo,

26 de abril de 2014 | 10h27

WASHINGTON - A maior economia do mundo vive o seu mais lento processo de recuperação desde a Depressão de 1929. Cinco anos depois do fim oficial da recessão desencadeada pela crise de 2008, o desemprego continua elevado e a renda, deprimida. Enquanto os donos de ações e imóveis viram sua riqueza aumentar nos últimos dois anos, grande parte da população continua a nadar contra a maré.

A recessão terminou para os que estão no topo da escala de renda, mas continua para os 10,5 milhões de desempregados e ainda não chegou ao fim para parcela significativa da classe média.

Mas, depois de registrar expansão média anual de 1,8% desde 2009, os Estados Unidos podem crescer perto de 3% neste ano, no que seria o mais elevado índice em quase uma década. A economia receberá o impulso de uma política fiscal menos austera, mas navegará em oceano desconhecido durante o inédito processo de retirada dos massivos estímulos monetários que a sustentaram desde 2008.

O vento a favor também virá da revolução energética que mobiliza investimentos bilionários, reduz o preço do gás natural e empurra os Estados Unidos para o topo do ranking dos maiores produtores de petróleo e gás do mundo. Segundo estimativa da Agência Internacional de Energia, o país vai ultrapassar a Rússia e a Arábia Saudita e se tornar o líder mundial em exploração de petróleo em 2016. A liderança do gás já foi conquistada no ano passado.

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Membros do movimentos Occupy Wall Street e People Power Assembly protestam pela restauração de benefícios aos desempregados, ao lado da Bolsa de Valores de Nova York, em 7 de fevereiro de 2014. (Eduardo Munoz/Reuters)

 

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