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E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Reuniões podem engajar colaboradores

As confraternizações podem ser bons instrumentos de mobilização nas empresas. "A maior vantagem é a integração. Quando se cria um laço entre os funcionários, essa ligação depois flui no trabalho", diz a gerente de RH da Mega Sistemas Corporativos, Mariana Almeida.

O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2013 | 02h22

A companhia de TI, com cerca 350 funcionários no interior de São Paulo, costuma realizar atividades coletivas em chácaras da região de Itu. Em 2012, ela criou uma gincana em que os participantes tinham de, entre uma série de atividades, arrecadar presentes e produtos para pessoas carentes apoiadas por instituições parceiras. Aos vencedores da iniciativa, que também incluiu atividades lúdicas, a companhia sorteou prêmios como iPads e jantares.

Além das ações institucionais, o investimento nas celebrações também podem ser aproveitados pelas companhias para destacar profissionais com boa postura e resultados satisfatórios, na opinião do executivo Edson Bregolato, sócio do Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas (CDPV), no Rio de Janeiro.

"Assim, se dá visibilidade para essas pessoas na empresa e as motiva", diz. Bregolato recomenda, no entanto, que as homenagens não se alonguem demais, deixando os eventos burocráticos e tediosos.

Se há espaço para elogios, as críticas são assuntos proibidos nas festas, segundo ele. "Elas têm de ser feitas em local privado e com um plano de ação, senão não servem para nada."

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