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Reuters anuncia corte de mais 650 empregos

O grupo Reuters está cortando mais 650 postos de trabalho para melhorar as margens. Essa última rodada de cortes, a maior parte a ser efetuada nos níveis de administração médio e sênior gerará 100 milhões de libras esterlinas (US$ 149,4 milhões) em economias anuais. Isso elevará o número total de redução de empregos anunciada pela Reuters desde o ano passado a 2.750 funcionários, a partir de uma força de trabalho total de 19 mil. A companhia contudo afirmou no início deste ano que indicará 300 pessoas para preencher novas posições. Tom Glocer, executivo-chefe da Reuters, disse que as iniciativas de redução de custos anunciadas hoje melhorarão a margem em 2003 acima de 12%, em antecipação à uma recuperação geral do mercado. ?Continuamos comprometidos com nossas metas de margem no longo prazo", disse Glocer. A Reuters disse que a economia de 100 milhões de libras esterlinas gerada pelos cortes será acrescida à economia de 235 milhões de libras esterlinas (US$ 351,1 milhões) já planejada para 2003. Contudo, em 2002, essa decisão implicará em um encargo de reestruturação de 100 milhões de libras esterlinas (US$ 149,4 milhões), resultando em uma redução de custo de apenas 20 milhões de libras esterlinas (US$ 29,8 milhões). Excluindo o encargo de reestruturação de 80 milhões de libras esterlinas (US$ 119,5 milhões), a companhia alcançará a sua meta de margem operacional de 12% em 2002.No ano passado, a companhia estabeleceu uma meta de margem operacional entre 17% a 20%. Em abril, a Reuters disse que não poderá verificar uma retomada no curto prazo nas condições pressionadas afetando os seus clientes de serviços financeiros e reduziu a sua previsão para o segundo semestre de 2002. A companhia também pretende simplificar as relações entre os seus segmentos de clientes e canais de vendas, acelerar a obsolescência de produtos, habilitar uma nova geração de executivos a assumirem mais funções sênior e racionalizar o portfólio do grupo, extraindo sinergias a partir de grandes unidades e vendendo participações não estratégicas.

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