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''Ricardo não fazia parte da gestão'', afirma advogado

O criminalista Marcelo Rocha Leal Gomes de Sá já está preparando recursos ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) contra as condenações impostas a Ricardo Mansur. "Acredito na inocência do Ricardo", disse o advogado. "A Mappin Previdência era uma empresa independente, sem participação do Mappin Loja de Departamentos, do qual meu cliente era sócio", destacou Gomes de Sá. "Uma administração totalmente independente. Ricardo não fazia parte da gestão dessa previdência privada." No caso Crefisul o advogado foi categórico. "Os fatos narrados na denúncia não foram praticados pelo meu cliente." Ele informou que Mansur atravessa dificuldades financeiras. O empresário, segundo Gomes de Sá, vive de "pequenas consultorias". Todo o seu patrimônio está comprometido com a 12.ª Vara Cível da Justiça Estadual que cuida da falência do Mappin. "Ricardo exerce consultorias e vive da ajuda da família", disse o advogado. "Em outro processo estou pedindo redução da multa e reconsideração. O Ricardo é fiel depositário dos bens do Mappin e presta contas para a ação de falência, sob controle do síndico." O advogado assegurou que Mansur não é dono da Usina e Destilaria Galo Bravo, de Ribeirão Preto (SP). "Não é proprietário, nunca foi. Apenas prestou serviços de consultoria, mediante procurações que já foram revogadas. Não presta mais serviços."

Fausto Macedo, O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2011 | 00h00

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