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Rioforte, do grupo Espírito Santo, pede proteção contra os credores

Unidade não conseguiu pagar parte de sua dívida - 847 milhões de euros (US$ 1,14 bilhão) - em papéis detidos pela Portugal Telecom

Agência Estado, O Estado de S. Paulo

22 de julho de 2014 | 18h08

A Rioforte Investimentos, uma unidade do conglomerado português Espírito Santo International (ESI), pediu proteção contra credores em Luxemburgo, depois que se viu incapaz de pagar parte de sua dívida - 847 milhões de euros (US$ 1,14 bilhão) em papéis detidos pela Portugal Telecom.

Na semana passada, a gigante portuguesa de telecomunicações informou que se o montante não fosse pago iria buscar opções legais para obter o dinheiro de volta.

"A Rioforte acredita que uma ordenada e transparente reestruturação, num contexto de gestão controlada, permitirá sua sustentabilidade financeira de longo prazo e, quando for o caso, a disposição organizada de seus ativos, tudo no melhor interesse de seus participantes, em particular de seus credores", afirmou a empresa em comunicado.

O Espírito Santo International fez uma declaração semelhante sexta-feira, quando pediu proteção creditícia. O pedido foi aprovado pelo tribunal de Luxemburgo, segundo informou a empresa nesta terça-feira.

Por meio da Rioforte, o Espírito Santo International possui ativos que vão desde imóveis e hotéis em Portugal e no Brasil a uma participação de 49% no Espírito Santo Financial Group, que detém 20% do Banco Espírito Santo, o segundo maior credor de Portugal por ativos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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