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Risco Brasil cai mais e Bolsa bate recorde

O risco Brasil - taxa que mede a desconfiança do investidor estrangeiro na capacidade de pagamento da dívida do País - bateu mais um recorde nesta sexta-feira. Às 17h47 estava em 284 pontos-base e já havia chegado ao patamar mínimo de 280 pontos. Quanto menor esta taxa, menor é o custo de captação de recursos no exterior por parte do governo e das empresas brasileiras. Neste patamar de 284 pontos significa que o governo paga um prêmio (juro) de 2,84 pontos porcentuais acima dos juros dos títulos norte-americanos considerados sem risco.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em mais um recorde de pontos, em alta de 1,54%, nos 35.475 pontos. Trata-se do maior patamar desde esta quarta-feira, quando o indicador encerrou em 35.002,3 pontos. Nessa semana, a primeira de 2006, o Ibovespa bateu três máximas históricas. O Ibovespa acumulou valorização de 6,04% na semana. Operadores afirmam que o capital estrangeiro não pára de entrar. Esta queda do risco Brasil tem contribuído para a queda do dólar. Nesta sexta-feira, o dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 2,2820 na ponta de venda das operações, em queda de 0,26% em relação aos últimos negócios de ontem. Na primeira semana do ano, a moeda norte-americana acumula queda de 1,85%. Neste período, a cotação mais alta alcançada pelo dólar foi de R$ 2,3530 (na terça-feira) e a mais baixa foi de R$ 2,2700 (na quinta-feira).Tomando por base as cotações de fechamento desta semana, hoje foi o dia de patamar mais baixo. Mais uma vez as atuações do BC não foram suficientes para conter a queda do dólar. Hoje, mais uma vez, o Banco Central atuou no mercado de câmbio e comprou dólares pela taxa de R$ 2,286. A atuação do BC aconteceu também no mercado futuro.

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