Risco Requião volta a derrubar ações da Copel

As ações da Copel estão caindo forte nesta quinta-feira, pressionadas pelo "risco Requião", segundo analistas consultados pela Agência Estado. No final da manhã, a ação preferencial B (PNB, sem direito a voto) recuava 4,93%, para R$ 8,68, depois de 580 transações. O analista Oswaldo Telles Filho, da Bradesco Corretora, comentou que, depois de uma onda de notícias positivas - a empresa anunciou a renegociação do contrato com a Cien, apresentou um bom resultado no primeiro semestre e anunciou o reajuste de tarifas - o governador Roberto Requião (PMDB) jogou um balde de água fria no otimismo do mercado, ao desautorizar a direção da companhia a reajustar as tarifas (veja notícia no link abaixo).O Bear Stearns divulgou relatório nesta manhã em que reduziu a recomendação das ações da companhia. A decisão foi tomada com base nas incertezas que cercam o aumento de tarifas da empresa. O relatório diz ainda que a companhia demonstra risco de governança corporativa elevado, devido uma aparente disputa entre a diretoria da Copel e o governador Requião.

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