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Risco sistêmico no Brasil é baixo, dizem Bird e FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial terminaram nesta quarta-feira um trabalho de duas semanas de avaliação periódica das condições do sistema financeiro brasileiro. Após o trabalho, as duas instituições divulgaram a avaliação de que o sistema financeiro do País está exposto a riscos relativamente baixos.

FERNANDO NAKAGAWA, Agencia Estado

21 de março de 2012 | 18h04

"O Brasil tem sistema em que os riscos sistêmicos são relativamente baixos e que conseguiu reagir muito bem à última crise financeira", disse o diretor-adjunto do departamento de mercado de capitais, política monetária e fiscalização financeira do FMI, Dimitri Demekas, em entrevista no Banco Central, após a visita à instituição que marcou o fim dos trabalhos no País.

Ao comentar que o sistema financeiro se mostrou resiliente, Demekas comentou que a economia brasileira tem ferramentas para absorver choques externos. "Há um regime de câmbio flexível que absorve choques externos e um sistema financeiro com liquidez muito vigorosa. Embora o Brasil tenha sido afetado pela crise, o País conseguiu superar muito rapidamente a situação", disse.

Diante da evolução recente e com as condições atuais, os riscos para o sistema financeiro brasileiro são baixos, afirmou Demekas. "Realizamos testes que confirmam que o sistema financeiro é bastante estável. A supervisão de bancos, seguradoras e mercado de títulos também é bastante forte", avaliou.

O representante do FMI comentou que o Brasil está alinhado com os padrões e normas internacionais de supervisão e fiscalização do sistema financeiro. "O Brasil tem um marco regulatório muito sólido e que foi usado de forma efetiva e bem sucedida na crise global."

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