Volkan Furuncu/Reuters
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Ritmo de recuperação global é desigual e abaixo da expectativa, avalia G-20

Para os líderes das 20 maiores economias do mundo 'a queda na demanda global e problemas estruturais continuam a pesar no crescimento atual e potencial'

Fernando Nakagawa, enviado especial, O Estado de S. Paulo

16 de novembro de 2015 | 14h36

ANTÁLIA, TURQUIA - O ritmo da recuperação global é desigual e abaixo do esperado. A avaliação consta do comunicado divulgado no final da reunião de cúpula do grupo das 20 maiores economias do mundo, o G-20, que alerta para o aumento de incertezas financeiras, desafios geopolíticos e os problemas estruturais e na demanda global.

"O crescimento da economia global é desigual e continua abaixo das nossas expectativas, a despeito da perspectiva positiva em algumas grandes economias. Riscos e incertezas nos mercados financeiros continuam e desafios geopolíticos estão crescendo e estão se tornando uma preocupação global", diz o comunicado divulgado há pouco na Turquia.

Ainda para explicar o cenário econômico pouco favorável, os líderes do G-20 concordam que "a queda na demanda global e problemas estruturais continuam a pesar no crescimento atual e potencial".

Diante do quadro desfavorável, os líderes do G-20 reafirmaram a promessa de continuar a adotar políticas macroeconômicas para atingir um crescimento mais forte, sustentável e balanceado. "Nossas autoridades monetárias continuarão a garantir estabilidade de preços e apoio à atividade econômica, consistentes com os seus mandatos", diz o texto.

Sobre a política fiscal, o comunicado diz que os líderes concordaram em adotar políticas fiscais flexíveis para levar em conta as condições de curto prazo da economia, assim como levem em conta a criação de empregos e a manutenção da dívida pública em "uma trajetória sustentável".

O grupo reafirmou que está comprometido em atingir a ambição de elevar o crescimento global em 2 pontos porcentuais até 2018, como anunciado no ano passado na Austrália. "Nossa mais alta prioridade é adotar efetivamente e a tempo as estratégias de crescimento que incluem medidas para apoiar a demanda e reformas estruturais para elevar o potencial de crescimento, criação de empregos e promover inclusão e redução da desigualdade". 

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