Rival da WhatsApp estuda iniciar operação no País

A Line é uma empresa japonesa, controlada pela sul-coreana NHN, que avalia abrir operação no Brasil. Dona de um mensageiro instantâneo, a companhia tem um modelo de negócios bem diferente da rival WhatsApp. O Line não cobra pelo download. Metade de sua receita (US$ 60 milhões neste primeiro trimestre), vem de jogos disponíveis no aplicativo. O resto vem da venda de 'stickers' (emoticons elaborados) e publicidade. Assim como no Facebook, empresas podem criar conta no aplicativo - mas pagam por isso e recebem consultoria. Esse modelo se inspira no aplicativo sul-coreano KakaoTalk. O fundador da Kakao, Brian Kim, é também fundador da Hangame, uma das empresas que deram origem ao NHN. Mas ele criou o KakaoTalk após sair da NHN. Ou seja, há uma briga especial entre Kakao e Line na disputa pela expansão além-mar. / N.F

O Estado de S.Paulo

30 de junho de 2013 | 02h12

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