Jean Christophe Bott/Efe
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Coluna

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Roberto Azevêdo, da OMC, participa do Fóruns Estadão Brasil Competitivo

Fórum será nesta terça-feira; diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, fará a abertura do evento por meio de vídeoconferência

Agência Estado,

14 de outubro de 2013 | 09h31

SÃO PAULO  - O protecionismo comercial e os impactos da guerra cambial sobre as exportações das economias emergentes são alguns dos temas que especialistas debaterão na próxima terça-feira, 15, durante a quarta edição do "Fórum Estadão Brasil Competitivo", que nesta edição abordará a temática "Comércio Exterior". O evento contará com a presença do diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, que fará a abertura do evento por meio de vídeoconferência.

O evento será realizado no auditório do Grupo Estado, na Avenida Professor Celestino Bourroul, 100 - Bairro do Limão, das 8h30 às 12h30. O presidente da Associação dos Exportadores Brasileiros (AEB), José Augusto de Castro, confirmou participação no painel "Como Aumentar a Participação do País no Comércio Internacional e a Competitividade dos Produtos Brasileiros - Logística, Redução de Custos e de Impostos e Promoção de Exportações.

A pauta de discussões do Fórum sobre os problemas do comércio internacional ocorre num momento bastante oportuno, em que autoridades e especialistas em comércio exterior debatem as práticas protecionistas e os impactos dos movimentos do câmbio sobre as transações comerciais em todo o mundo.

Projeções feitas pela Comissão Econômica para a América Latina e do Caribe (Cepal) apontam para uma expansão de apenas 1,5% das exportações da América Latina neste ano e crescimento de 4,5% das importações. Internamente, mesmo com o real desvalorizado, o saldo comercial do Brasil não reagiu neste ano e, segundo a AEB, a expectativa é de que os efeitos da depreciação cambial para o comércio exterior só apareçam no próximo ano.

O cenário complicado que começa a se delinear vai exigir das empresas uma competitividade maior, que não poderá depender única e exclusivamente do câmbio. Exigirá uma inserção maior do Brasil e de suas empresas no comércio e nas cadeias produtivas internacionais.

Esses e outros temas serão debatidos durante o evento que contará ainda com as participações de Rodrigo Tavares, assessor especial para assuntos internacionais do governo do Estado de São Paulo; Vera Throstensen, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV); Sandra Rios, diretora do Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (Cindes); Carlos Eduardo Abijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Zeina Latif, economista e sócia da Gibraltar Consulting.

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