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Rodrigues atribui preços elevados do álcool à venda de estoques antigos

O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, disse hoje que a queda no preço do álcool, já verificada nas usinas, ainda não chegou ao consumidor porque, provavelmente, as distribuidoras do combustível ainda dispõem de estoques adquiridos a preços praticados antes do acordo entre governo e usineiros."Então, é preciso consumir esse estoque para que o reflexo do preço na usina surja na bomba", afirmou Rodrigues, após cerimônia em que deu posse a Célio Porto no cargo de secretário de Relações Internacionais e do Agronegócio, e ao novo chefe de gabinete, Maçao Tadano."Eu reitero o que disse ontem. As informações que nós temos são de que, nas usinas de açúcar e de álcool, o acordo já foi implementado. Então, os preços já caíram abaixo daquele nível que nós havíamos combinado na semana passada", disse o ministro, referindo-se à fixação do preço do litro do álcool anidro em R$ 1,05 na usina, por acordo entre governo e usineiros."Ainda não chegou essa redução nos postos de gasolina, por razões que estamos detectando", observou. Segundo ele, a hipótese mais provável é de que ainda haja estoques antigos.Sobre o reajuste de preço do álcool anunciado ontem no Distrito Federal, ele disse desconhecê-lo, mas observou que o Ministério de Minas e Energia vai convocar uma reunião com distribuidores e revendedores para tratar das margens de lucro.

Agencia Estado,

17 de janeiro de 2006 | 14h18

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