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Rondeau diz que, em princípio, não concorda com elevação do preço do gás

O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, disse nesta quinta-feira que, "em princípio", não concorda com a elevação do preço do gás natural boliviano fora das regras contratuais. A afirmação foi uma resposta a declarações feitas hoje pelo ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, Andres Solis Rada, de que o preço de referência para começar as negociações com o Brasil em torno do reajuste de preço seria de US$ 8,00 por milhão de BTU, aí incluído US$ 0,50 a título de "ajuste ecológico".Isso significaria um acréscimo de US$ 3,00 em relação ao preço fechado hoje (US$ 5,00 por milhão de BTU) pelo governo boliviano com o da Argentina e o dobro do que o Brasil passará a pagar a partir de 1º de julho (US$ 4 por milhão de BTU), já incluído o reajuste contratual de 10%.Rondeau lembrou que o contrato brasileiro-boliviano sobre gás está em vigor desde julho de 1999 e que, desde então, o preço pago à Bolívia pelo combustível já subiu 311%, e "nem por isso o Brasil deixou de cumpri-lo"."Aumento de preço fora das regras contratuais diminui a confiança dos agentes, afasta investidores e atrapalha o projeto de integração energética da região, particularmente as discussões para construção do Grande Gasoduto do Sul", afirmou o ministro.

Agencia Estado,

29 de junho de 2006 | 21h38

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