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Rondeau e Gabrielli vão à Bolívia negociar preço do gás

O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, confirmou nesta quarta-feira que ele e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, estarão em La Paz, na próxima sexta-feira, para negociar com autoridades do governo e da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB)o preço do gás vendido ao Brasil. Essas negociações começaram em maio, depois que o presidente da Bolívia, Evo Morales, decretou a nacionalização dos setores de gás e petróleo no país. Em rápida conversa com jornalistas ao sair do Ministério de Minas e Energia para participar da 1ª Reunião de Cúpula do Ibas (India, Brasil e África do Sul), no Itamaraty, Silas Rondeau disse que os bolivianos ainda não apresentaram uma proposta formal ao Brasil. Rondeau evitou responder a uma pergunta sobre a possibilidade de o Brasil concordar com uma elevação nos preços do gás em relação aos preços constantes do atual contrato.Na terça-feira, o diretor de Gás e Energia da Petrobras, Ildo Sauer, anunciou que o preço do gás boliviano subirá 5% no início de outubro, mas salientou que esse aumento faz parte da revisão trimestral dos preços prevista no contrato entre a Petrobras e o governo boliviano. A autorização do presidente da República para a viagem de Rondeau à Bolívia, está na edição desta quarta do Diário Oficial da União. ÁlcoolRondeau defendeu a manutenção da proporção de 20% na mistura de álcool combustível à gasolina. Alguns usineiros têm reivindicado a elevação do porcentual de mistura para 25%, e outros têm defendido a manutenção dos 20%. No início do ano, com a explosão do preço do álcool, o governo decidiu reduzir de 25% para 20% a proporção do álcool combustível permitido na gasolina, com o objetivo de preservar estoques e conter aumentos de preços. Rondeau comentou que não existe consenso entre os usineiros sobre o porcentual. "Alguns usineiros me procuraram, querendo até reduzir a manutenção (dos 20%), para poderem exportar mais", contou o ministro. Ele disse que ainda não foi marcada uma reunião do Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (Cima), que tem competência para tomar uma decisão a respeito.

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