Russa Uralkali diz que sanções terão impacto mínimo nos negócios com potássio

A empresa russa Uralkali disse que vê impacto mínimo das sanções ocidentais sobre Moscou, já que a maior produtora de potássio do mundo foca seus negócios em países emergentes e pode usar outras moedas que não o dólar, disse o presidente-executivo.

Reuters

21 de maio de 2014 | 12h26

Os Estados Unidos e a Europa impuseram sanções individuais e a companhias ligadas ao círculo mais próximo do presidente russo, Vladimir Putin, depois que Moscou anexou a Crimea e apoiou rebeldes pró-Rússia no leste da Ucrânia.

O presidente da Uralkali, Dmitry Osipov, disse que os principais mercados da companhia estão nos Brics --Brasil, Índia e a China, além da Rússia--, com exposição menor nos EUA e Europa.

De acordo com apresentação da empresa, apenas 16 por cento das vendas da Uralkali vão para os EUA e Europa.

A Uralkali saiu de joint venture com a principal empresa de Belarus no ano passado, provocando um colapso dos preços. Agora, a companhia espera recuperação dos preços com o crescimento da demanda e a estabilidade restaurada no mercado.

(Por Dmitry Zhdannikov e Ron Bousso)

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