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Saída de Ilan não causa reflexo no mercado, diz Ciro

O ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, disse, no Palácio do Planalto, onde participa de reunião sobre o Plano de Revitalização das Ferrovias, que não prevê reflexos, no mercado financeiro, decorrentees da saída do diretor de Política Monetária do Banco Central, Ilan Goldfajn. Segundo Ciro, o diretor saiu por razões estritamente pessoais. O ministro teceu, porém, críticas ao ataque público de alguns membros do governo à política monetária praticada pelo Banco Central. Na opinião dele, quem tiver críticas deve exercitá-las internamente. "Externamente, devemos mostrar coesão", observou. O ministro disse que a política monetária envolve decisões intrincadas com grau de subjetividade que é maior quanto mais distante está o analista e menor quanto mais próximo ele esteja do processo decisório. Mas Ciro disse que a crítica pública é mais grave por ferir, em sua opinião, um valor antecedente, "que é a necessária demonstração continuada de que a política econômica é administrada em bases técnicas e invulnerável a questões políticas ou a outros interesses. Segundo Ciro, seria muito grave também, por exemplo, que essa política passasse a refletir pressões do mundo financeiro ou produtivo. "Taxas altas de juros são ruins, e o governo inteiro compreende isso", afirmou.Afonso Bevilaqua substitui Ilan Goldfajn no BCA estratégia para a saída de Ilan do Banco CentralMeirelles pediu a Ilan para ficar durante transiçãoRuídos sobre juros não forçaram saída, diz Ilan

Agencia Estado,

22 de maio de 2003 | 11h34

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