Salton festeja 110 anos de tradição e inovação
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Salton festeja 110 anos de tradição e inovação

A marca de vinhos mais forte do Brasil tem muitos motivos para comemorar o aniversário – ainda que 2020 seja um ano tão desafiador

Família Salton, Media Lab Estadão
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25 de agosto de 2020 | 09h31

A Vinícola Salton, da cidade de Bento Gonçalves (RS), completa 110 anos em agosto e tem bons motivos para celebrar: cresceu 70% na última década e em 2020 obteve uma safra excepcional. A empresa encerrou 2019 com 36,8 milhões de garrafas vendidas e um crescimento de 17,5% no faturamento em relação ao ano anterior. As exportações avançaram 15%, bem como as vendas de seu carro-chefe, os espumantes.

O cenário positivo reflete muito investimento na viticultura, o que inclui o plantio de vinhedos próprios em Santana do Livramento, na Campanha Gaúcha, para manejar uvas. “Não que as uvas de fornecedores sejam inferiores em termos qualitativos, a questão é que não queríamos manter todos os ovos numa só cesta e fomos diversificando”, afirma Maurício Salton, presidente da vinícola e representante da quarta geração da família. Houve ainda um reforço importante em equipamentos e instalações e na formação técnica dos profissionais.

 

A força da marca

Também no ano passado a Salton foi apontada como a marca mais forte do setor no Brasil. A distinção feita pela Wine Intelligence, renomada consultoria inglesa que pesquisa hábitos de consumo de vinhos no mundo, é uma conquista e tanto em um mercado ainda emergente e inundado por tintos e brancos argentinos e chilenos de baixo custo e altamente competitivos.

“Se entendêssemos o produto estrangeiro como obstáculo e não oportunidade, talvez não tivéssemos a motivação necessária para fortalecer nossa categoria de espumantes – nossa melhor possibilidade de ascensão neste momento –, ou não estaríamos firmemente empenhados na descoberta da melhor expressão de nossos vinhos”, diz Maurício Salton, na empresa desde 2005. “Esses aspectos formam um conjunto de oportunidades mercadológicas.

Líder de mercado, a Salton tem nos espumantes a maior parte de seu faturamento: 41%. Maurício enxerga nessa consolidação um dos efeitos mais importantes da evolução da vinícola nos últimos anos, ao lado do desenvolvimento qualitativo, da valorização do produto como expressão regional e do interesse crescente do consumidor por harmonizações e momentos de bem-estar.

 

Mais vinho em casa

Os ventos da pandemia trouxeram quarentena, isolamento, diminuição e interrupção no consumo de inúmeros produtos e serviços. No caso dos vinhos, porém, foi diferente. Ocorreu um crescimento impressionante: 72% só no segundo trimestre – e os nacionais abocanharam 27% de participação nas vendas, acima da média do mercado. Os dados divulgados no início de agosto pela Ideal Consulting, que estuda o setor de alimentação e bebidas, indicam expansão: de janeiro a junho deste ano, o consumo médio de vinhos e espumantes no Brasil (por habitante maior de 18 anos) foi a 2,37 litros, 11% a mais do que o mesmo período em 2019.

Com opções de lazer reduzidas, o comportamento das pessoas se transforma. Uma parcela da população que está em casa consegue investir nos prazeres possíveis, como ler, ver filmes e lives pela internet, cozinhar e tudo o mais que pode acompanhar com vinho. Essa mudança de hábito trouxe resultados acima do esperado para a Salton. Aumentou a procura em todas as linhas, da econômica à mais exclusiva.

Ou seja, os vinhos de dia a dia, mais simples e em conta, continuam sendo procurados. No entanto, as condições do momento fizeram com que a compra mais cara migrasse da mesa do restaurante para o comércio eletrônico e o varejo. Segundo Maurício, o público tem buscado vinhos mais finos nos supermercados, nas lojas e nos empórios, onde o preço costuma ser mais convidativo. “Assim, momentos especiais são transportados para dentro de casa”, diz.


A safra excepcional

A viticultura brasileira evoluiu muito nos últimos 20 anos. Leva tempo conhecer a região, trabalhar solo, escolher variedades. “Claro que nossos espumantes estão mais adiantados”, diz Maurício Salton. “Mas nos tintos há um desenvolvimento muito positivo com variedades fora do mainstream. São as uvas Marselan e Tannat – desta, temos obtido vinhos frutados, macios, fáceis de beber. Esta safra excepcional de 2020 é uma excelente oportunidade para entender quais podem ser as uvas tintas mais emblemáticas da nossa viticultura.”

 

Líquido e certo

Faturamento por área de atuação

Espumantes - 41%

Destilados - 24%

Vinhos - 22%

Não alcoólicos - 13%

Presença no exterior

A Salton exporta para 25 países

A vinícola embarcou 800 mil garrafas em 2019

Previsão para 2020: 1 milhão só para os Estados Unidos

Desse 1 milhão, 80% são espumantes

36,8 milhões de garrafas foram vendidas em 2019 – crescimento de 17,5% em relação a 2018

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Daqui a dois ou três anos, quando olharmos para trás e enxergarmos que superamos mais um momento difícil, veremos uma empresa ainda mais robusta e competitiva. E coloco como desafio, nos consolidaremos como uma das maiores referências de vitivinicultura da América do Sul.
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Maurício Salton, presidente da Vinícola Salton

Assista os vídeos da entrevista com Maurício Salton e o documentário sobre os 110 anos da Vinícola Salton

 

 


 

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