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Santander eleva México; corta Brasil, Chile e Colômbia

O Santander elevou a recomendação sobre o mercado acionário do México de "underweight" para "overweight" por esperar que o país supere a performance do restante da América Latina no restante do ano, e reduziu recomendação para os mercados acionários de Brasil, Chile e Colômbia.

REUTERS

26 de agosto de 2009 | 07h56

"A confiança no México deve melhorar depois que o país deve divulgar a mais forte melhora em termos de crescimento do Produto Interno Bruto", afirma o Santander em pesquisa.

A corretora também afirmou que vê espaço para relativa contribuição do câmbio para a performance das ações mexicanas se comparado com o restante da América Latina e o Brasil, em particular.

O Santander reduziu recomendação para os mercados acionários do Brasil e do Chile depois do forte rali registrado nessas praças e está cortando a nota da bolsa da Colômbia.

O Brasil teve sua recomendação reduzida de "overweight" para "neutro". Enquanto isso, a recomendação do Santander para o Chile foi cortada de "overweigth" para "underweight".

A corretora afirmou que embora a Argentina tenha um perfil de risco significativamente maior que outros mercados latino-americanos, a relação de risco/retorno de investimento no país tem melhorado de forma sensível, após os resultados da eleições parlamentares.

Entre os principais papéis escolhidos pela corretora estão Petrobras, Vale, América Móvil, Bradesco, Antofagasta, Banorte, Mexichem, Geo, Dufry e Grupo Famsa.

(Por Mary Meyase em Bangalore, Índia)

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