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São Luís poderá ter postos de GNV até o fim do ano

São Luís, capital do Maranhão poderá ter postos de Gás Natural Veicular (GNV) até o final do ano, avaliou o sócio-administrador da empresa Engepet, Cléber Bahia da Silva Júnior, que possui 50% no consórcio que arrematou nesta quinta-feira a área de Oeste de Canoas, em Manaus, no leilão de áreas inativas da Agência Nacional de Petróleo (ANP).Segundo ele, a idéia da empresa é explorar inicialmente um dos quatro poços existentes no campo, para retirar dele cerca de 50 mil metros cúbicos por dia de gás natural. Com a pressão esperada neste início de produção, a perspectiva é de que o gás vá direto para os caminhões, que o levarão para os postos de combustíveis. Apenas após o declínio da produção, com o passar dos anos, ele prevê a necessidade de construir uma estação de compressão para o gás produzido.A empresa já é parceira da Petrobras, responsável pela montagem de equipamentos industriais e prestação de serviços em geral, a Engepet se associou à Perícia, da área de cerâmica para levar o campo de oeste de Canoas. A idéia é ocupar o nicho de mercado ainda disponível no Maranhão pela inexistência de produção local.Campo do Espigão Juntamente do campo de Espigão, também leiloado nesta quinta - e para o qual a Engepet chegou a fazer uma proposta sem obter sucesso - a perspectiva é de que o mercado receba 100 mil metros cúbicos por dia, principalmente voltados para o GNV. Além dos R$ 2,6 milhões que deverá investir no local, o empresário acredita que ainda vai gastar mais cerca de R$ 5 milhões no transporte deste gás até os postos distribuidores.Confiante, ele não acredita que as barreiras ambientais impostas sobre a área arrematada se tornem um empecilho para o investimento. "Acreditamos que o Ibama vai fazer algumas exigências complementares, mas não vai vetar a exploração no local", disse, completando que aguarda uma decisão a este respeito para as próximas semanas.

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