Sarkozy anuncia a criação de 100 mil empregos para 2009

Segundo o presidente francês, contratos de emprego adicionais serão subsidiados pelos órgãos públicos

Marcílio Souza, da Agência Estado,

28 Outubro 2008 | 10h38

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou nesta terça-feira, 28, a criação de 100 mil contratos de emprego adicionais subsidiados pelos órgãos públicos em 2009 e disse que o sistema de benefícios para os desempregados será reformado para se tornar "mais justo". Ele  afirmou ainda que o país vai "sair dessa crise fazendo mais investimentos, mais treinamentos, trabalhando mais e por meio de pesquisa".   Veja também: Lições de 29 A crise de 29 na memória de José Mindlin Veja o que muda com a Medida Provisória 443 Veja as semelhanças entre a MP 443 e o pacote britânico Consultor responde a dúvidas sobre crise   Como o mundo reage à crise  Entenda a disparada do dólar e seus efeitos Especialistas dão dicas de como agir no meio da crise A cronologia da crise financeira  Dicionário da crise    Sarkozy estava em Rethel para apresentar medidas para sustentar o emprego, o "terceiro passo" do plano de governo para estimular o crescimento do país. Ele disse que o emprego será afetado pela crise, mas acrescentou que o governo não questionará as reformas no mercado de trabalho implementadas até agora para aumentar a flexibilidade.   Ele também plano de ajuda do governo para os bancos, afirmando que as empresas e famílias acabarão se beneficiando. Em discurso para representantes de pequenas e médias empresas em Rethel, Sarkozy afirmou que deixar que o sistema bancário entrasse em colapso teria sido um "grande erro" e teria provocado uma "catástrofe". Ele disse também que a França sairá da crise.   "O plano aprovado pelo parlamento a pedido do governo foi feito para pequenas e médias empresas, foi feito para empregados, foi feito para crescimento, foi feito para o emprego. Não foi feito para os bancos", disse o presidente francês. "Os únicos beneficiários desse plano são companhias e famílias para os quais os bancos emprestarão novamente", acrescentou ele. As informações são da Dow Jones.    

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