Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Sarkozy e Merkel pressionam Itália por cortar dívida

A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Nicolas Sarkozy pressionaram o primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi a adotar medidas para reduzir o alto nível de endividamento de seu país. Preocupados com a possibilidade da Itália ter que apelar para os mercados financeiros em função disso, Merkel e Sarkozy encontraram-se com Berlusconi e disseram a ele para "fazer sua lição de casa", como qualquer outro membro da zona do euro.

AE, Agencia Estado

23 de outubro de 2011 | 19h01

Merkel afirmou hoje que proteção contra o contágio financeiro não pode ser garantido através de um "firewall", mas com uma política fiscal que tenha credibilidade. "A Itália tem uma grande força econômica, mas também uma dívida pública alta que tem de ser reduzida nos próximos anos de maneira que garanta a credibilidade", disse ela.

Tanto Sarkozy quanto Merkel disseram a repórteres que estão satisfeitos com o progresso feito durante o encontro de hoje na cúpula e que as discussões foram positivas considerando a complexidade das questões levantadas.

A transformação do Fundo de Estabilidade Financeira da Europa em um banco, a opção apoiada pela França para aumentar o seu tamanho, não foi discutida neste domingo porque, segundo Sarkozy, ela não teria o apoio de todas as instituições envolvidas e nem do Banco Central Europeu. A recapitalização dos bancos do bloco será discutida na quarta-feira. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
SarkozyMerkelBerlusconidívida

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.