Se houver acordo com FMI, será mais modesto, diz Palocci

O ex-presidente da CUT João Felício relatou hoje que, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, disse que se o Brasil fizer um acordo com o FMI, ele não poderá restringir o crescimento do País. "O Brasil não está precisando de US$ 30 bilhões para resolver seus problemas. Se tiver de fazer acordo, será mais modesto", teria dito Palocci, de acordo com Felício.Sobre juros, Palocci, segundo Felício, disse que o governo gostaria de uma taxa menor, mas que tomou esse caminho porque se não o Brasil estaria discutindo inflação alta. "Poderíamos optar pelo caminho de não controlar a inflação e agora estaríamos numa situação insustentável", disse Felício.Ainda segundo o sindicalista, Palocci "martelou" várias vezes que a proposta de reforma tributária não acarretará aumento de impostos e que o governo está estudando propostas para a redução da carga tributária para pequenas e médias empresas.

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