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Se não patrulha, o que há mesmo é ''''destrambelho''''

Em 1995, o historiador José de Souza Martins conseguiu com o então presidente Fernando Henrique Cardoso que o Brasil passasse a contribuir regularmente com US$ 10 mil mensais para a Junta de Curadores do Tratado Voluntário contra as Formas de Escravidão, da ONU, da qual Martins é, até hoje, o membro latino-americano. Em 2002, pouco antes de deixar o governo, FHC renovou o compromisso.Quando o governo Lula assumiu, Martins falou com várias autoridades do governo. Todos garantiram que o Brasil continuaria contribuindo. Mas parou de pagar. Martins acha que pode haver patrulha ideológica, mas há também "destrambelho".

Carlos Marchi, O Estadao de S.Paulo

17 de novembro de 2007 | 00h00

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