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'Se pudesse, compraria uma cota por mês'

O boca a boca ainda costuma funcionar na divulgação dos investimentos. Foi por meio de um colega de trabalho que já aplicava em fundos imobiliários que o engenheiro Felipe Nascimento Silva, de 24 anos, conheceu a modalidade. "Ele estava descrevendo opções de investimentos de baixo risco mais interessantes que a poupança, em uma das nossas conversas sobre finanças", lembra.

O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2012 | 03h06

Felipe comprou duas cotas em novembro e garante que têm lhe rendido cerca de 1% ao mês. "Outro fator que achei interessante foi investir em um mercado que atualmente não apresenta desvalorização. Além disso, os aluguéis estão aumentando", disse. Antes, ele só aplicava em investimentos tradicionais: poupança, CDB e fundos de renda fixa.

Na Bolsa da Valores, também houve ganhos. A cota do fundo imobiliário do Shopping Higienópolis, que em novembro valia R$ 404, atualmente está em R$ 620. A do fundo Água Branca passou de R$ 306 para R$ 385. O investidor não comprou mais cotas desde a primeira aplicação porque está poupando dinheiro para um negócio próprio, mas ainda mantém o interesse. "Caso contrário, estaria comprando uma cota por mês." / Y.F.

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