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Secovi: demanda reduzirá estoque de imóveis em SP no ano

O estoque de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo deve ficar abaixo da média histórica até o fim do ano, prevê Emilio Kallas, vice-presidente de incorporação imobiliária do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). A média histórica do estoque a cada ano é de 16,5 mil unidades, mas costuma subir para 18 mil unidades nos meses de dezembro, que concentra mais lançamentos. "Estimamos que o mercado terá menos de 15 mil unidades até fim do ano. Isso significa que a demanda está muito forte", avaliou.

CIRCE BONATELLI, Agencia Estado

19 de novembro de 2013 | 13h25

O economista-chefe do sindicato, Celso Petrucci, acrescentou que haverá uma concentração de lançamentos nos últimos meses do ano em São Paulo, já que muitas incorporadoras estiveram focadas na venda de unidades em estoque ao longo do ano, e que o total de unidades comercializadas tem sido maior que os lançamentos, diminuindo os estoques. A projeção do sindicato é de que sejam lançadas entre 11 mil e 12 mil unidades no quarto trimestre de 2013, o equivalente a pelo menos a metade das 21,2 mil unidades lançadas nos três primeiros trimestres do ano.

Com isso, a oferta de imóveis deve encerrar 2013 com 33 mil unidades, ante vendas de 35 mil. "Projetamos que a oferta continue menor do que a demanda", afirmou, completando que o cenário cria tendência de elevação nos preços. Outra tendência diante desse cenário é o crescimento da comercialização de imóveis de um dormitório e tamanho inferiores, com preços mais acessíveis à população.

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