finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Secovi-SP propõe medidas de racionamento

O Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis Residenciais e Comerciais do Estado de São Paulo (Secovi-SP) enviou ontem ao ministro-chefe da Casa Civil e presidente da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (CGE), Pedro Parente, documento em que propõe medidas para o racionamento de energia em condomínios residenciais e comerciais.O texto rejeita a sobretaxa e os cortes de abastecimento. O Secovi-SP também defende que os condomínios devem ser considerados unidades multifamiliares. Por isso, não podem contar com um limite de 200 kWh nas áreas comuns. Os empresários sugerem que sejam estabelecidas faixas de consumo, proporcionais ao número de unidades do empreendimento.Conforme o Secovi-SP, não há base legal para o corte de energia, nem para a cobrança de sobretaxa. O documento também menciona o aumento da inflação que poderia ocorrer com o aumento das despesas condominiais e rejeita a tributação de ICMS incidente na sobretaxa.Ameaça à segurança dos moradores, falta de água nos condomínios devido à paralisação das bombas são outros motivos apresentados pela entidade. O texto baseou-se em debate realizado na sede do Secovi-SP, no dia 28. O evento reuniu representantes de distribuidoras, advogados, empresários do setor e interessados em geral para formular propostas a serem encaminhadas ao governo. A íntegra do documento pode ser obtida no site www.secovi-sp.com.br.

Agencia Estado,

01 de junho de 2001 | 08h51

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.