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Secretaria faz novos testes para aftosa no Estado

A Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo distribuiu nesta sexta-feira uma nota informando que novos testes serão feitos neste mês em animais no Estado, que apresentaram reação positiva à febre aftosa em inquérito soroepidemiológico feito em maio para comprovar a ausência de atividade do vírus no rebanho paulista.De acordo com a nota, o inquérito é uma atividade rotineira, feita para atender às exigências do Ministério da Agricultura para manter o Estado como zona livre da doença. Por isso, segundo o coordenador da Defesa Agropecuária de São Paulo, são nulas as chances de o Estado vir a desenvolver a doença.Animais de propriedades de José Bonifácio, Cedral, Palestina e Polonireceberam diagnóstico positivo e foram interditados para serem submetidos a testes específicos de diagnóstico da doença. Esses testes deverão, segundo a expectativa da Defesa Agropecuária,descartar o risco de contaminação do rebanho paulista. Segundo os técnicos, é comum que ocorra a reação positiva numa pequena parte dos animais submetidos ao inquérito, como por exemplo, em animais vacinados contra a febre aftosa, que podem reagir positivamente às provas laboratoriais.De acordo com Mendonça, todos os anos, uma pequena parte dos animaisapresenta a reação positiva, mas em todos os casos, os resultados dosexames seguintes deram negativo. ?Por isso, o Estado está há mais de 10 anos sem apresentar casos de febre aftosa confirmados?, disse.Segundo Mendonça, somente depois de isolado o vírus, é que se podeconfirmar a existência da doença. ÍNTEGRA DA NOTA:"GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULOSECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTOGABINETE DO SECRETÁRIONOTASão Paulo não registra focos de febre aftosa há mais de 10 anos. Os índices de cobertura vacinal nas etapas de vacinação, nos últimos 5 anos, têm ultrapassado os 99% da população bovina/bubalina da estado.Para a manutenção da condição de estado livre da febre aftosa comvacinação, periodicamente, há necessidade da comprovação da ausência de atividade do vírus da febre no rebanho paulista. Essa comprovação, em atendimento às normas estabelecidas pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, em cumprimento de exigências internacionais, é feita através de um inquérito soroepidemiológico.Tal inquérito consiste na colheita de amostra de sangue de bovinos depropriedades selecionadas pelo MAPA e submetidas a provas laboratoriais, independentemente do ingresso de animais de outros estados.Neste ano foram colhidas amostras de 9.177 bovinos em cerca de 420propriedades. Essa amostras, encaminhadas ao Lanagro/MAPA-RS, sãosubmetidas a prova de EITB, que consiste em uma triagem.Conveniente salientar que materiais de animais vacinados contra a febre aftosa podem reagir positivamente à prova de EITB. Para minimizar a possibilidade de reação positiva, a colheita de material contemplou animais com idade entre 6 e 12 meses que, no máximo, receberam 2 (duas) doses de vacina e foi feita em maio, antes de serem revacinados na etapa.Dos animais que tiveram reação será feita recolheita de amostras enovamente serão submetidas a prova de EITB, no mesmo laboratório,Lanagro/MAPA-RS. Se houver reagente à segunda prova de EITB, serão colhidas amostras de muco esofágico-faríngeo para a realização do teste denominado de PRO-BANG para definição da reação positiva.Os animais em teste, que representam menos de 10% dos animais amostrados, estão com proibição de trânsito (interditados) e não podem ser vacinados até a conclusão dos exames laboratoriais.Esta atividade de vigilância vem sendo adotada rotineiramente por São Paulo e outros estados desde que tiveram o reconhecimento pela OIE de áreas livres de febre aftosa com vacinação." Matéria alterada às 17h15 para correção no título e no 1º parágrafo

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