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Secretário do Tesouro diz que estuda medidas para reduzir gastos

Novo chefe da pasta, Marcelo Saintive defendeu transparência das contas públicas e o pagamento em dia das despesas obrigatórias

Adriana Fernandes, Renata Veríssimo, Lais Alegretti e João Villaverde, O Estado de S. Paulo

13 de janeiro de 2015 | 12h53

O secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, antecipou que o órgão estuda novas medidas para a redução dos gastos. Ele evitou, no entanto, detalhar alguma delas, justificando que ainda não estavam prontas. 

No primeiro contato com a imprensa depois ser nomeado para o cargo - um dos mais importantes para a estratégia de recuperação fiscal -, o novo secretário defendeu a transparência das contas públicas e o pagamento em dia das despesas obrigatórias. "Estamos olhando no detalhe o gasto público. Queremos ampliar a transparência fiscal", disse.

Diplomático, Saintive não partiu para críticas diretas ao trabalho do seu antecessor no cargo, Arno Augustin. Mas nas ocasiões em falou no café com os jornalistas setoristas do Ministério da Fazenda indicou a reversão das práticas adotadas por Augustin na gestão da política fiscal. 

"Toda a equipe está envolvida no equilíbrio fiscal. Buscando sempre a previsibilidade. Gostamos de previsibilidade, inclusive, no pagamento", afirmou ele, ressaltando que o Tesouro não vai deixar que as despesas obrigatória tenham atraso. Foi uma resposta ao relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), antecipado pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que confirmou a prática de atraso de pagamentos pela equipe econômica anterior. 

Segundo Saintive, o Tesouro vai atuar em três frentes: equilíbrio fiscal e eficiência na melhoria do gasto; ampliação da transparência das contas públicas e continuação da melhoria do perfil da dívida que vem acontecendo há uma década. 

Saintive disse que o trabalho de melhoria da dívida pública vem sendo feito de forma "relevante" pelo subsecretário do Tesouro, Paulo Valle.

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