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Secretário do Tesouro não vê risco de inflação no Brasil

Ao comentar a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou hoje que não vê riscos inflacionários relevantes no Brasil. Ele destacou que a inflação está dentro da meta e ponderou que a luta do governo é para buscar o crescimento econômico.

ADRIANA FERNANDES E RENATA VERÍSSIMO, Agencia Estado

29 de outubro de 2009 | 20h42

De acordo com Augustin, o crescimento sustentável é uma luta ainda não encerrada no País. Para ele, o crescimento está no caminho certo, mas o processo ainda está em andamento. "A minha opinião é que a leitura da ata deve ser (feita) de forma completa. Ela coloca a política fiscal junto com a monetária nessa política expansionista, que tem como objetivo fazer a economia crescer", disse o secretário.

Ele disse ainda que, em contatos com representantes do mercado, não tem recebido manifestações de preocupação com a política anticíclica do governo. "Não acredito que alguém vê risco fiscal relevante nessa estratégia do governo", disse. O secretário garantiu que o governo está tranquilo e lembrou que o Fundo Soberano do Brasil sequer foi usado. "Este ano é de crise e precisa de atitudes diferentes. O resultado econômico também. Estamos absolutamente tranquilos", disse.

BNDES

O secretário do Tesouro informou ainda que um novo empréstimo para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) "provavelmente, não é para este ano". Ele disse que o Tesouro negocia com o banco uma nova transferência de recursos para financiamento, mas que ainda não há uma decisão.

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