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Segundo turno em eleições no Equador dá alívio a petroleiras

A realização de um segundo turno nas eleições presidenciais do Equador, e a disparada na frente do candidato populista de direita Álvaro Noboa na disputa, deram certo alívio para as cerca de 20 petroleiras internacionais que atuam no país, entre elas a Petrobras. Isso porque o candidato nacionalista de esquerda, RafaelCorrea, que até então estava à frente das pesquisas, promete repetir no País o feito de Evo Morales, ao assumir o comando da Bolívia: nacionalizar as reservas de petróleo e gás natural. Exportando 68% de sua produção de 540 mil barris diários, o Equador, entretanto, possui um peso bem menor para o Brasil do que a Bolívia. "Nós não dependemos de nada do que venha de lá, como é o caso do gás natural da Bolívia", comentou o diretor do Centro Brasileiro de infra-estrutura (CBIE), Adriano Pires.A Petrobras entrou no Equador em 1996, quando começou a atuar timidamente da área de Exploração e Produção e de Transporte por Oleoduto. Hoje, a companhia mantém atividades em dois blocos, com atuação exploratória e de desenvolvimento da produção do óleo descoberto no bloco 31 e extração de óleo no bloco 18 onde, atualmente, produz 32 mil barris diários de petróleo. Além disso, conta com 11.42% de participação no oleoduto OCP, que transporta óleo da Bacia do Oriente equatoriano até o Pacífico, e que entrou em operação em 2004.Segundo a estatal, desde 1997, foram investidos no Equador US$ 430 milhões. Para os próximos anos a previsão de investimento é de mais US$ 300 milhões nas operações dos dois blocos.

Agencia Estado,

16 de outubro de 2006 | 17h36

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