Segurança e liquidez, com retorno acima da poupança
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Segurança e liquidez, com retorno acima da poupança

Investidor conservador tem hoje alternativas à tradicional caderneta que protegem o valor do dinheiro

BMG, Media Lab Estadão
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01 de novembro de 2019 | 12h30

A máxima reproduzida aos quatro cantos de que é “preciso sair da zona de conforto” para buscar investimentos que rendam mais do que a caderneta de poupança nem sempre é verdade. Com nada menos do que R$ 800 bilhões de recursos investidos, a poupança é tradicionalmente relacionada com segurança e liquidez. Mas não é necessário que o investidor conservador deixe de lado estes atributos que valoriza para buscar uma remuneração melhor para seu dinheiro, pois existem alternativas de investimento no mesmo quadrante de risco da poupança e que oferecem retorno superior.

“A poupança é uma daquelas jaboticabas, que só existem no Brasil, mas que tendem a perder espaço com uma maior educação financeira do investidor e também com as plataformas digitais que estão democratizando o acesso a outros produtos”, comenta Clive Botelho, tesoureiro do BMG, banco que vai completar 90 anos no mercado. Botelho acrescenta que para o investidor com mais recursos, qualificado e que conta com assessoria financeira, a migração da poupança para outros produtos já vem ocorrendo há algum tempo. “Nesta nova fase, é o investidor com menos dinheiro e educação financeira que vai buscar opções que ofereçam um retorno melhor para seu investimento. E elas existem também para os mais conservadores.”

Opções para todos os perfis

O que pressiona por esta mudança é o ambiente macroeconômico, com inflação baixa, crescimento lento do PIB e reformas estruturais que tendem a tornar mais sustentável o patamar baixo da taxa Selic, utilizada para remunerar a caderneta de poupança. Hoje, o juro está 5,5% ao ano – o menor patamar da história – e deve cair até o final do ano para 4,5%. Na avaliação do tesoureiro do BMG, uma elevação pode ocorrer a partir de 2021 e, mesmo assim, não levará a Selic aos níveis do passado. Em uma conta simples, se o investidor aplicar R$ 500 na poupança, com Selic a 4,5%, o rendimento em um ano será de 3,15% (70% do juro básico), chegando a R$ 515,75. Com uma inflação projetada de 4,66%, os recursos investidos perderão valor e terão menor poder de compra.

A criação da plataforma digital do BMG, o BMG Invest, permitiu que o banco oferecesse produtos mais rentáveis que a poupança, que não cobra tarifa e é acessível a todos sem que haja incremento de risco. “Nós temos o Super Poup  que é um CDB com as mesmas características da poupança. É um produto espelhado na caderneta”, explica Clive Botelho. A liquidez – possibilidade de saque – é a mesma. A aplicação mínima é baixa, de R$ 100, e o produto tem a segurança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para até R$ 250 mil, que abrange a maioria dos investidores. O Super Poup é um CDB que rende bruto 104% da Selic. Quanto mais tempo o recurso fica nele, maior será o retorno. Em 2 anos, rende 27% a mais do que a Selic. Assim como na poupança, a rentabilidade é entregue ao investidor na data de aniversário do depósito.

“O produto bate também os fundos massificados DI, que seguem a Selic e cobram taxas de administração, muitas vezes acima de 1%, e o Tesouro Selic, que tem taxa de custódia para aplicar”, explica Botelho. Ele acrescenta que se um fundo massificado tem taxa de administração de 2% ou mesmo 1% significa que o valor pago ao banco consome até 22% do retorno do produto. No BMG, o Super Poup é a porta de entrada para o investidor na plataforma de investimento, mas há outras opções também seguras e ainda mais rentáveis, dependendo do tempo e do propósito da aplicação. Tem o CDB IPCA +, cujo retorno vai de 1,36% a 2,59% acima da inflação, ou seja, garantindo o poder de compra. Outras alternativas são o CDB Pré, com remuneração máxima de 5,96% e o CDB DI, cujo retorno vai de 104% a 118% do CDI (equivalente à Selic). O critério é sempre o mesmo: mais tempo na aplicação, maior o ganho. “Buscar alternativas de investimentos não é correr risco, nem tampouco abandonar o perfil de conservador. O novo patamar de juro está fazendo as pessoas perceberem isto com mais clareza”, reforça o tesoureiro.

Para mais informações sobre o Super Poup, clique aqui.

 

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